VITORINO NEMÉSIO
Poeta, ficcionista, ensaísta, cronista e crítico literário português, Vitorino Nemésio Mendes Pinheiro da Silva nasceu a 19 de dezembro de 1901, na Ilha Terceira, nos Açores, e faleceu a 20 de fevereiro de 1978, em Lisboa.
Entre 1911 e 1912, Vitorino Nemésio frequentou o liceu de Angra, onde cedo manifestou a sua vocação de poeta e prosador, estreando-se com o livro de versos Canto Matinal, em 1916. Em 1919, após um desaire escolar, iniciou o serviço militar como voluntário, partindo para o continente.

Do ano seguinte data a peça em um ato Amor de Nunca Mais e a poesia de A Fala das Quatro Flores. Em 1921, em Lisboa, iniciou-se na atividade jornalística, na redação de A Pátria, a Imprensa de Lisboa e Última Hora.
Em 1922, concluiu os estudos liceais em Coimbra e matriculou-se na Faculdade de Direito, onde, como revisor da Imprensa da Universidade, publicou o poema Nave Etérea. Transitará para o curso de Ciências Geográficas e, posteriormente, para Filologia Românica. Colaborou na fundação de Tríptico, em Seara Nova e na Presença.
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Vitorino Nemésio Mendes Pinheiro da Silva foi um poeta, romancista, cronista, académico e intelectual açoriano que se destacou como autor de Mau Tempo no Canal, e professor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Nascimento: 19 de dezembro de 1901, Praia da Vitória
Falecimento: 20 de fevereiro de 1978, Lisboa.
Nome completo: Vitorino Nemésio Mendes Pinheiro da Silva
Morte: 20 de fevereiro de 1978 (76 anos); Lisboa, Portugal
Prémios: Prémio Ricardo Malheiros (1944);
Prémio Internacional Montaigne (1973)
Formação: Universidade de Lisboa (1931), Universidade de Coimbra, Universidade de Lisboa